Pedro, estudante do ensino médio da escola Mauricio de Simão, 17 anos, alto, magro, moreno, olhos e cabelos castanho escuro.
Estava saindo da escola aproximadamente às 18h45min da tarde para sua casa, pegando o caminho pela rua Delta de Oliveira. Ele vem conversando com seu amigo por telefone. Sem escutar os passos das pessoas, um homem vem correndo em direção a Pedro e mete uma facada em seu ombro, fazendo com que por alguns segundos permanecesse em pé, mas logo ele cai desmaiado no chão. O homem pegou todas as coisas que viu do Pedro e saiu correndo. Uma das pessoas que estavam no local ligou para a ambulância.
Pedro acordou após a cirurgia por conta de ter sido sedado. Olhando para todos os lados ele vê sua mãe e seu amigo Mike do lado de fora da sala conversando com o suposto cirurgião que tinha feito sua cirurgia. Mike espera do lado de fora da sala enquanto a dona Margô -sua mãe- entra na sala com uma cara nem um pouco boa. Ela o abraça e beija sua testa. Ela o avisa que a facada foi muito profunda fazendo com que ele perdesse muito sangue.
O médico fala que qualquer esforço era fatal para ele. Depois de algumas semanas pós-cirurgia, Pedro estava se sentindo melhor, entretanto, ainda estava com os pontos no ombro.
Os amigos de Pedro, incluindo o Mike seu melhor amigo, iriam dar uma festa e Pedro entediado sem poder fazer nada foi à festa mesmo depois do que o médico disse.
Na festa, Pedro bebeu muito e acabou perdendo o controle e caiu do telhado. Ninguém viu o que aconteceu porque ele estava sozinho no telhado, só depois que sentiram sua falta e foram procura-lo. Uma menina o avistou “deitado” na grama, mas viram que algo o havia perfurado e ligaram para a ambulância. Chegando ao hospital às pressas, levaram ele para sala de cirurgia. Sua mãe chega desesperada atrás dele querendo vê-lo, mas a impediram de entrar porque estava no meio da cirurgia. Um dos médicos sai da sala dizendo para ela que ele ficaria com sequelas se vivesse, então ele pergunta se poderia realizar a eutanásia, ela nervosa com a pergunta cai sentada na cadeira e depois de algum tempo ela diz que sim, porque não queria vê-lo sofrer.
Depois de alguns anos, ela entra em depressão por ter perdido um filho e tira a própria vida.
Fim!
Atividade: Tipos de narrativas
(Narrativa trágica)
Autores:
Erick Douglas
Evelyn Eduarda
João Pedro Silva
Luiz Henrique de Souza
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